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OUTUBRO
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Como funciona o mercado de energia no Brasil?

Desde a produção dos megawatts nas usinas até acendermos a luz do quarto, a energia precisa percorrer um longo caminho. Que negócio é esse?

Desde a produção dos megawatts nas usinas até acendermos a luz do quarto, a energia precisa percorrer um longo caminho. Que negócio é esse?

Todo o dia ouvimos nos noticiários e nas redes sociais em transição energética, em energia limpa, em energia sustentável.

Sabemos que os principais players do segmento, representam os investimentos mais procurados no momento, mas de fato, como é o setor elétrico no Brasil? Qual são as principais matrizes energéticas no Brasil? Como funciona esse mercado?

Para isso, preparamos uma panorama do setor, para nos ajudar a entender, quais são as verdadeiras oportunidades na mesa.

Como é o setor de energia elétrica no Brasil?

Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil ultrapassou a marca de 190 gigawatts (GW) de capacidade instalada centralizada na matriz elétrica para uso de toda a população conectada ao Sistema Interligado Nacional.

Até março de 2023, aproximadamente 23,4 mil unidades geradoras ofereciam juntas uma potência fiscalizada de 190,79 GW, sendo 103,2 GW (53,58% do total) de usinas hidrelétricas de grande porte, 46,15 GW (24,70%) de termelétricas e 24,92 GW (13,12%) de usinas eólicas.

Ainda de acordo com a Aneel, 83,44% da geração de energia do país é considerada renovável.

Como é a matriz energética brasileira?

A atual matriz energética brasileira é predominantemente de usinas hidrelétricas, com mais de 60% da geração. Mas isso não é algo que deve durar para sempre, uma vez que há investimentos em realização para a geração de mais energia por fontes renováveis como a eólica e a solar.

A partir daí, é importante entendermos 4 conceitos básicos, para compreender como esse mercado funciona: geração, transmissão distribuição e comercialização de energia. Desde a produção dos megawatts nas usinas até você acender a luz do quarto, a energia precisa percorrer um caminho bastante específico.

Geração de energia elétrica

A geração de energia ocorre nas usinas hidrelétricas, térmicas, de biomassa, eólica, nuclear, solar, etc. Esse é o primeiro passo da produção de toda a energia que consumimos em nossas casas, indústrias, escolas, hospitais, entre outros.

Em outras palavras,  a geração é o processo de criar energia elétrica a partir de outra fonte energética.

No caso das usinas hidrelétricas, aproveitamos a energia mecânica que é gerada quando a água passa e movimenta as turbinas; nas eólicas, a eletricidade é criada quando os ventos giram as pás eólicas dos parques e por aí vai. As empresas geradoras, então, são as que fazem a operacionalização desse processo, independente da fonte utilizada.

Esse tipo de companhia recebe concessões ou vence licitações para a exploração de usinas por um longo prazo. Essas usinas podem ou não ser de propriedade da empresa, de acordo o tipo de energia e com o contrato estabelecido.

As empresas geradoras podem deter os demais processos da cadeia energética, como transmissão, distribuição e comercialização ou vender a energia para que outras companhias façam isso.

Por fim, os grandes consumidores de energia como as indústrias também podem comprar energia diretamente das empresas geradoras como estratégia de redução de custos.

Transmissão de energia elétrica

A transmissão é feita por aquelas linhas extensas de cabos de aço suspensos em torres que vemos normalmente quando viajamos de carro. Ali, uma tensão elétrica muito alta está em transmissão constante.

O serviço de transmissão ocorre quando a energia gerada nas usinas é “levada” para os centros consumidores, normalmente grandes cidades ou regiões metropolitanas.

As linhas de transmissão são definidas e separadas geograficamente. As empresas que normalmente trabalham essas linhas acertam as concessões por várias décadas a fim de oferecer o serviço.

O Brasil tem mais de 183.082 km de linhas de transmissão. Todas elas são organizadas conforme o Sistema Interligado Nacional (SIN) que vemos abaixo (clique na imagem para ampliar):

Tais concessões são feitas por leilões em que a empresa paga para explorar e fazer a manutenção das linhas. Então, quanto mais linhas a transmissora tiver, mais ela vai receber, independente da quantidade de energia que passar pelos seus cabos.

Quando a energia chega aos centros urbanos, ela é recebida pelas subestações de rebaixamento, que vão reduzir a tensão com o objetivo de realizar a distribuição da energia para todos os consumidores das cidades próximas.

Distribuição de energia elétrica

Agora, vamos falar das empresas que oferecem os serviços de distribuição de energia, uma vez que ela já foi gerada e transmitida para um local específico.

São consideradas empresas distribuidoras de energia aquelas que levam a energia das subestações de rebaixamento até os consumidores finais.

Já perto das residências e outros locais, existem transformadores que reduzem ainda mais a voltagem até os 127 ou 220 volts que temos nas tomadas.

As distribuidoras normalmente compram a energia de comercializadores, que veremos a seguir, ou a adquirem por meio de leilões. Então, seu lucro vem da diferença entre a compra dessa energia a um preço X e a receita recebida pela distribuição a um preço Y.

É importante ressaltar que as distribuidoras também sofrem regulamentação governamental sobre as tarifas que serão repassadas aos consumidores finais. Essas tarifas são revisadas periodicamente a cada cinco anos e também por meio de um reajuste anual.

Comercialização de energia elétrica

Por fim, o conceito de comercialização engloba a negociação de contratos de compra e venda de energia entre as geradoras, distribuidores e consumidores.

A comercialização é sempre regulada pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que atua de forma a viabilizar o melhor ambiente de negócios possível, valorizando um espaço competitivo, sustentável e seguro.

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